Adoro aqueles dias de chuva parva,Aqueles em que alegremente posso estar desprovida de um guarda-chuva.
Aqueles em que olho para o céu,
E o nevoeiro esponjoso me toca na face
E me lê a alma, sem eu lhe contar.
O eremita que quase quer nascer,
Repisa-se.
O nevoeiro irá fazer-me companhia.
Quero o tempo para me poder ser.
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