A infância é, de todo, o pilar da construção do ser humano.
Adultos que são completamente frustrados e tudo por causa da sua infância.
Por mais frios que queiramos ser é-nos, a maioria das vezes, inconsciente a absorção do feitio e maneira de ser das pessoas com quem lidamos na infância. Sendo assim, ao ver um comportamento violento dos nossos progenitores seremos com muita facilidade pessoas violentas.
Ao sermos carentes durante a infância... Se em criança, mesmo que inconscientemente, nos sintamos tristes e sós, ou que naquele momento, nos falta um beijo do pai, ou um abraço, durante a fase de amadurecimento, na transição ou mesmo em adultos, nunca conseguiremos ter relações estáveis. Numa situação semelhante, a dificuldade em lidar com o carinho vai sempre existir, ainda que inconscientemente.
Afinal, metade, ou mais de metade, da nossa vida passa-se ao nível do inconsciente.
Por isso, antes de pensarem em ter filhos pensem e analisem o vosso comportamento. Confrontem-se com vocês próprios. O ponto fraco: é afinal, impossível quebrar estas situações que são eternas na raça humana. Haverá para sempre bestas a ter filhos.
E a culpa não é do pai. É sempre do pai do pai.
É que ter um filho não é só pari-lo. Há que ajudá-lo a parir-se a si próprio.
Uma família é o nosso primeiro ninho. E é mesmo sem querer o nosso maior abrigo. Uma só pessoa, aquela que te levou ao colo e te ensinou a dar os primeiros passos, pode causar o maior sofrimento, aquele, o abismal. Para mim, o amor de cônjuge é completamente efémero. O amor pela pessoa pretendente à reprodução é um amor que mesmo forte, pode naturalmente desaparecer. Naqueles casais "milagre"- quanto a mim o termo que melhor se adequa - aqueles que se dizem, aos 60 anos, ainda apaixonados, têm quanto a mim, um enorme respeito e carinho pela cara-metade. Não amor. O amor verdadeiro e duradouro, o eterno é só de um tipo. É o amor de irmão, de mãe e de pai. Quando esse é impossível, o mundo desaba aos teus pés.
Por isso... Não me venham cá com romantismos e amores verdadeiros.
Adultos que são completamente frustrados e tudo por causa da sua infância. Por mais frios que queiramos ser é-nos, a maioria das vezes, inconsciente a absorção do feitio e maneira de ser das pessoas com quem lidamos na infância. Sendo assim, ao ver um comportamento violento dos nossos progenitores seremos com muita facilidade pessoas violentas.
Ao sermos carentes durante a infância... Se em criança, mesmo que inconscientemente, nos sintamos tristes e sós, ou que naquele momento, nos falta um beijo do pai, ou um abraço, durante a fase de amadurecimento, na transição ou mesmo em adultos, nunca conseguiremos ter relações estáveis. Numa situação semelhante, a dificuldade em lidar com o carinho vai sempre existir, ainda que inconscientemente.
Afinal, metade, ou mais de metade, da nossa vida passa-se ao nível do inconsciente.
Por isso, antes de pensarem em ter filhos pensem e analisem o vosso comportamento. Confrontem-se com vocês próprios. O ponto fraco: é afinal, impossível quebrar estas situações que são eternas na raça humana. Haverá para sempre bestas a ter filhos.
E a culpa não é do pai. É sempre do pai do pai.
É que ter um filho não é só pari-lo. Há que ajudá-lo a parir-se a si próprio.
Uma família é o nosso primeiro ninho. E é mesmo sem querer o nosso maior abrigo. Uma só pessoa, aquela que te levou ao colo e te ensinou a dar os primeiros passos, pode causar o maior sofrimento, aquele, o abismal. Para mim, o amor de cônjuge é completamente efémero. O amor pela pessoa pretendente à reprodução é um amor que mesmo forte, pode naturalmente desaparecer. Naqueles casais "milagre"- quanto a mim o termo que melhor se adequa - aqueles que se dizem, aos 60 anos, ainda apaixonados, têm quanto a mim, um enorme respeito e carinho pela cara-metade. Não amor. O amor verdadeiro e duradouro, o eterno é só de um tipo. É o amor de irmão, de mãe e de pai. Quando esse é impossível, o mundo desaba aos teus pés.
Por isso... Não me venham cá com romantismos e amores verdadeiros.
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