É terrível. Viver com esta imensidão do tudo ou quase nada. É inspirador, é anestesiante, é estranho. Viver com a noção de tudo sem ter a noção de nada.
Querer-te sem nada te querer.
Saber-te sem antes perguntar.
Uma preocupação remota.
Querer-te sem nada te querer.
Saber-te sem antes perguntar.
Uma preocupação remota.
Uma psicose estúpida. A percepção de tudo. O cheiro de tudo, do que é, do que foi e do que será. A omnipotência do ser misturada com as sensações desvairadas do espírito.
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