O amor é um cancro. A paixão é um vírus de herpes labial.
O amor nunca o tive, também não tive cancro. O amor quando chega é para sempre. É como o cancro.
A paixão pode parecer que desaparece mas reaparece nas piores alturas.
Quando desabares na tua tristeza recalcada ou naqueles momentos tristes que ultrapassaste, vais desabar e inundar-te de azar e angústia. Algo parecido com isto foi-me dito há uns dias.
Fingir que está tudo bem sem olhar para trás não resulta.
Ponto. A rejeição é um sentimento que pode ser inventado, pretendido, presumido, induzido. Mas como se sente? Mentiras, torturas, desconforto. Não dá para fugir da paixão. Afinal, a paixão tal como a rejeição pode ser inventado, pretendido, presumido e até induzido. São feitiços, são maldições.
Ponto. Pessoas egocêntricas. Giram em torno delas próprias, assumem gostar de si mesmas, serem os melhores da sua laia. Errado. São pessoas mal-entendidas consigo próprias. Na generalidade, metem-se à frente dos outros porque não têm nada de bom para dar, sendo que a única coisa que a vida lhes possibilita é receber. São pessoas recalcadas, frustradas, que não conseguem acertar com os seus valores e crenças, não sabendo por isso viver com os outros, sentir, amar.
Ponto. Amor. Medo de amar? Este ponto vai ter de encontro à rejeição. Ter medo de amar é ter medo de ser rejeitado mas é ao mesmo tempo rejeitar-se a si mesmo. Antes de amar é preciso amar-se a si mesmo e amar-se a si mesmo é amar os outros com a mesma intensidade com que se amam os valores e crenças próprias. O amor é sem dúvida a culminação da estruturação do “eu”. O amor dá tréguas à luta interior pela existencialidade da função humana que nos compete. Integra-nos no mundo e em nós mesmos.
O amor nunca o tive, também não tive cancro. O amor quando chega é para sempre. É como o cancro.
A paixão pode parecer que desaparece mas reaparece nas piores alturas.
Quando desabares na tua tristeza recalcada ou naqueles momentos tristes que ultrapassaste, vais desabar e inundar-te de azar e angústia. Algo parecido com isto foi-me dito há uns dias.
Fingir que está tudo bem sem olhar para trás não resulta.
Ponto. A rejeição é um sentimento que pode ser inventado, pretendido, presumido, induzido. Mas como se sente? Mentiras, torturas, desconforto. Não dá para fugir da paixão. Afinal, a paixão tal como a rejeição pode ser inventado, pretendido, presumido e até induzido. São feitiços, são maldições.
Ponto. Pessoas egocêntricas. Giram em torno delas próprias, assumem gostar de si mesmas, serem os melhores da sua laia. Errado. São pessoas mal-entendidas consigo próprias. Na generalidade, metem-se à frente dos outros porque não têm nada de bom para dar, sendo que a única coisa que a vida lhes possibilita é receber. São pessoas recalcadas, frustradas, que não conseguem acertar com os seus valores e crenças, não sabendo por isso viver com os outros, sentir, amar.
Ponto. Amor. Medo de amar? Este ponto vai ter de encontro à rejeição. Ter medo de amar é ter medo de ser rejeitado mas é ao mesmo tempo rejeitar-se a si mesmo. Antes de amar é preciso amar-se a si mesmo e amar-se a si mesmo é amar os outros com a mesma intensidade com que se amam os valores e crenças próprias. O amor é sem dúvida a culminação da estruturação do “eu”. O amor dá tréguas à luta interior pela existencialidade da função humana que nos compete. Integra-nos no mundo e em nós mesmos.
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