Perdi.
A escuridão outra vez.
Derrotada como posso respirar?
Dor, dormir...
Emcontrar-me-ei fora daqui? Brevemente?
Será a verdade cruel? Será a verdade a derrota da vida?
Serei cobarde por querer morrer? Ou será o certo?
Gosto tanto de ti, de ti e de ti.
Mas como... se a minha vida é insípida,
Mas como se sou inútil a mim mesma...
Suficiente ou medíocre,
Tenho que saber para escolher...
A explosão da doença
Cansaço derretido
Não posso parar
Porquê avançar
E porquê o normal?
Porquê o normal?
Quero tanto.
Quero tanto evaporar-me para sempre
Em nuvens escuras com orquídeas.
Numa noite sombria,
Abraçada a uma árvore
Quero ir e fugir
Não quero mais o sufoco
Nem a tortura.
Gosto tanto de ti e preciso que saibas.
Mas talvez,
Talvez...
Não seja suficiente!
A escuridão outra vez.
Derrotada como posso respirar?
Dor, dormir...
Emcontrar-me-ei fora daqui? Brevemente?
Será a verdade cruel? Será a verdade a derrota da vida?
Serei cobarde por querer morrer? Ou será o certo?
Gosto tanto de ti, de ti e de ti.
Mas como... se a minha vida é insípida,
Mas como se sou inútil a mim mesma...
Suficiente ou medíocre,
Tenho que saber para escolher...
A explosão da doença
Cansaço derretido
Não posso parar
Porquê avançar
E porquê o normal?
Porquê o normal?
Quero tanto.
Quero tanto evaporar-me para sempre
Em nuvens escuras com orquídeas.
Numa noite sombria,
Abraçada a uma árvore
Quero ir e fugir
Não quero mais o sufoco
Nem a tortura.
Gosto tanto de ti e preciso que saibas.
Mas talvez,
Talvez...
Não seja suficiente!
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