O sonho do teu cheiro. Na minha pele, o teu toque.
O sonho do teu corpo. Atravessas-te em mim.
Leio o teu toque e aí sinto tua alma.
O coração quebra. O medo humano
Fracassará. E divago...
Utopia de me ter sempre para ti.
De tu te teres sempre para mim.
Encontrar o toque que brinda em nós.
Noites breves. Meus braços pedem a porta,
Para o caminho tardio da estranha leveza de ser,
Contigo. A frescura de alma que é poder
Receber-te. Que é poder entranhar-me em ti num toque visceral...
Que é mágica a inquietação que o teu ser transporta.
E quão divinas essas palavras que os meus ouvidos acolhem.
Ímpeto fulcral. Transplante da pele,
Faço dela a tua. Confidenciando este desígnio tão apetecido,
O toque lúbrico. Luar que me transporta a ti. Sei que sabes,
Atempadamente invocarei esse luar.
Agora a estrada que me leve.
Um novo regresso que antecipará o fim,
Então o começo.
O sonho do teu corpo. Atravessas-te em mim.
Leio o teu toque e aí sinto tua alma.
O coração quebra. O medo humano
Fracassará. E divago...
Utopia de me ter sempre para ti.
De tu te teres sempre para mim.
Encontrar o toque que brinda em nós.
Noites breves. Meus braços pedem a porta,
Para o caminho tardio da estranha leveza de ser,
Contigo. A frescura de alma que é poder
Receber-te. Que é poder entranhar-me em ti num toque visceral...
Que é mágica a inquietação que o teu ser transporta.
E quão divinas essas palavras que os meus ouvidos acolhem.
Ímpeto fulcral. Transplante da pele,
Faço dela a tua. Confidenciando este desígnio tão apetecido,
O toque lúbrico. Luar que me transporta a ti. Sei que sabes,
Atempadamente invocarei esse luar.
Agora a estrada que me leve.
Um novo regresso que antecipará o fim,
Então o começo.
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